sexta-feira, 13 de junho de 2008
terça-feira, 10 de junho de 2008
O que esconde
Ela era apenas a garota a caminhar, com seu olhar distante, a mente vagando por universos desconhecidos.
sábado, 7 de junho de 2008
O mundo. Ou mais.
Certas coisas realmente nos fazem pensar sobre quem fomos, somos e seremos. Sobre as decisões que tomamos e como elas podem afetar a nossa vida (um erro que pode fazer tudo ir pelos ares).
Adoro ouvir coisas que me inspirem e que me façam refletir sobre o que eu ando fazendo sobre o meu futuro. Ao ouvir dizerem que seremos grandes, que nos realizaremos e que faremos do mundo um lugar melhor (na medida do possível, claro), eu me sinto impulsionada a realmente fazer algo. Isso pode até soar meio démodé, mas é verdade. Posso não saber fazer nada, mas acho sonhar com coisas aparentemente impossíveis é algo que amo. Porque o prazer do que parece inalcançável me fascina, me faz querer ser sempre a melhor em tudo.
Vejo aquelas pessoas que foram grandes, que ajudaram alguém, que sempre sonharam, foram vanguardistas, apostaram em algo que ninguém jamais acreditou. Acima de tudo, apostaram em si mesmas, quando muitos (ou todos) já haviam desistido delas. E, contra todas as adversidades, conseguiram se mostrar capazes. Não sei se seria demais sonhar com isso, em ser alguém assim. Provar para muitos (e até para mim mesma) que eu posso, sim, fazer a diferença, de qualquer maneira. Ser admirada por alguém e fazer as pessoas sentirem o que sinto hoje ao ver fotos de grandes pessoas.
Não mentirei: quero, sim, ser admirada, e sei que não é fácil. Mas sei que sou do tamanho daquilo que sonho, que quero, que acredito. Pensar e trabalhar para conseguir alcançar objetivos. Mas o mais importante é ter objetivos.
Ser vista não como só mais uma entre tantas, mas sim como aquela que é entre tantas alguém. Alguém de quem possam se orgulhar. Alguém de quem eu possa me orgulhar.
Um dia me disseram que ser importante não é apenas ser lembrado por anos após sua morte, ser imortalizado em livros ou coisas assim. Fazer algo importante para alguém, e se tornar importante para ela pode fazer com que você se torne "imortal", mesmo que por alguns instantes. Talvez seu nome seja menos importante que suas ações.
Enquanto isso, cá estou a borboletear sobre quem posso vir a ser, o que posso vir a fazer (e confesso que ao imaginar alguém me chamando de 'Doutora Morais' tremo da cabeça aos pés). Porque 'o mundo é feito de idéias'. E o mundo é meu.
Adoro ouvir coisas que me inspirem e que me façam refletir sobre o que eu ando fazendo sobre o meu futuro. Ao ouvir dizerem que seremos grandes, que nos realizaremos e que faremos do mundo um lugar melhor (na medida do possível, claro), eu me sinto impulsionada a realmente fazer algo. Isso pode até soar meio démodé, mas é verdade. Posso não saber fazer nada, mas acho sonhar com coisas aparentemente impossíveis é algo que amo. Porque o prazer do que parece inalcançável me fascina, me faz querer ser sempre a melhor em tudo.
Vejo aquelas pessoas que foram grandes, que ajudaram alguém, que sempre sonharam, foram vanguardistas, apostaram em algo que ninguém jamais acreditou. Acima de tudo, apostaram em si mesmas, quando muitos (ou todos) já haviam desistido delas. E, contra todas as adversidades, conseguiram se mostrar capazes. Não sei se seria demais sonhar com isso, em ser alguém assim. Provar para muitos (e até para mim mesma) que eu posso, sim, fazer a diferença, de qualquer maneira. Ser admirada por alguém e fazer as pessoas sentirem o que sinto hoje ao ver fotos de grandes pessoas.
Não mentirei: quero, sim, ser admirada, e sei que não é fácil. Mas sei que sou do tamanho daquilo que sonho, que quero, que acredito. Pensar e trabalhar para conseguir alcançar objetivos. Mas o mais importante é ter objetivos.
Ser vista não como só mais uma entre tantas, mas sim como aquela que é entre tantas alguém. Alguém de quem possam se orgulhar. Alguém de quem eu possa me orgulhar.
Um dia me disseram que ser importante não é apenas ser lembrado por anos após sua morte, ser imortalizado em livros ou coisas assim. Fazer algo importante para alguém, e se tornar importante para ela pode fazer com que você se torne "imortal", mesmo que por alguns instantes. Talvez seu nome seja menos importante que suas ações.
Enquanto isso, cá estou a borboletear sobre quem posso vir a ser, o que posso vir a fazer (e confesso que ao imaginar alguém me chamando de 'Doutora Morais' tremo da cabeça aos pés). Porque 'o mundo é feito de idéias'. E o mundo é meu.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Fatos, fatos, fatos.
O que leva pessoas a viverem de bem com a vida (ou pelo menos mostrar que vivem)?
(Não) sou observadora, mas às vezes as coisas são, digamos, impossíveis de ser ignoradas. Era um homem gordo, na faixa de trinta anos, porte não atlético. Usava um vestido floral. Sim, um vestido! Além disso, meias coloridas (uma branca e uma preta), sandálias, um colar de conchinhas e outro com um grande coração verde. Ao entrar no ônibus, falava alto e gesticulava bastante. Dizia 'olá' para todos os passageiros, contava piadinhas e era muito simpático.
De repente, começou a distribuir cartões contendo um pequeno texto cada. Fiquei a pensar o que o motiva a fazer isso. Por dia, estar em diversos ônibus (o que, diga-se de passagem, é detestável), sorrir por mais que esteja triste ou vestir-se de maneira ridícula em prol de uma causa (que, de fato, é muito admirável).
E eu, sentada, observando as pessoas ao meu redor rindo de pequenas piadinhas. Olhando pela janela, vejo que o mundo vai, e não pára. Pessoas que não se cumprimentam. Gentileza? Nenhuma.
O gordinho (que se apresentou como Joyce) é um, apenas um. Não, ele é um. Um dentre tantos.
"Amor, palavra que liberta, já dizia o profeta".
(Não) sou observadora, mas às vezes as coisas são, digamos, impossíveis de ser ignoradas. Era um homem gordo, na faixa de trinta anos, porte não atlético. Usava um vestido floral. Sim, um vestido! Além disso, meias coloridas (uma branca e uma preta), sandálias, um colar de conchinhas e outro com um grande coração verde. Ao entrar no ônibus, falava alto e gesticulava bastante. Dizia 'olá' para todos os passageiros, contava piadinhas e era muito simpático.
De repente, começou a distribuir cartões contendo um pequeno texto cada. Fiquei a pensar o que o motiva a fazer isso. Por dia, estar em diversos ônibus (o que, diga-se de passagem, é detestável), sorrir por mais que esteja triste ou vestir-se de maneira ridícula em prol de uma causa (que, de fato, é muito admirável).
E eu, sentada, observando as pessoas ao meu redor rindo de pequenas piadinhas. Olhando pela janela, vejo que o mundo vai, e não pára. Pessoas que não se cumprimentam. Gentileza? Nenhuma.
O gordinho (que se apresentou como Joyce) é um, apenas um. Não, ele é um. Um dentre tantos.
"Amor, palavra que liberta, já dizia o profeta".
Complementaridade
"Tudo na natureza possui comportamento dual".
Ao ouvir isso, pensar que é verdade torna-se até óbvio.
Não somos apenas partículas-onda (com nossas "massas gigantescas"). Nossa dualidade vai além, muito além, disso.
(Ah, as máscaras da tragédia e da comédia... Escondem aquilo que querem mostrar)
Todos são duais. Dualidades que escondem quem somos, muitas vezes, até de nós mesmos. Somos como palhaços no picadeiro da vida, escondendo por vezes o que sentimos atrás de um sorriso.
Nunca somos verdadeiros.
[E a aula de física moderna nunca pareceu fazer tanto sentido...]
Ao ouvir isso, pensar que é verdade torna-se até óbvio.
Não somos apenas partículas-onda (com nossas "massas gigantescas"). Nossa dualidade vai além, muito além, disso.
(Ah, as máscaras da tragédia e da comédia... Escondem aquilo que querem mostrar)
Todos são duais. Dualidades que escondem quem somos, muitas vezes, até de nós mesmos. Somos como palhaços no picadeiro da vida, escondendo por vezes o que sentimos atrás de um sorriso.
Nunca somos verdadeiros.
[E a aula de física moderna nunca pareceu fazer tanto sentido...]
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Quando os sinais se desligam.
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