Para os freqüentadores do meu pequeno poço de caraminholas megalomaníacas - para não dizer "leitores", assim fica muito sério, e eu não sei se as pessoas consideram sério o que aqui faço, assim como não sei se há quem leia o que aqui escrevo - aqui fica meu recado: estarei ausente por tempo indeterminado. Pode ser que eu volte a postar amanhã, pode ser que seja daqui a uma semana, um mês, um ano, não sei. Sei apenas que pretendo, sim, voltar a escrever aqui.
Se houver alguém que leia o que aqui escrevo, obrigada. Bom saber que não estou só.
Sei que deixar esse aviso parece bobagem, afinal, pode ser que ninguém o leia. Mas é só para eu pensar 'puxa, e se eu tiver leitores?'. Deixem eu ser feliz, obrigada.
Não estarei postando por motivos de força maior - vestibular, oba! - e dedicarei meu tempo ainda mais a tal.
Medicina UFC, aqui vou eu!
domingo, 3 de agosto de 2008
Sobre o direito de permanecer calado
"- Ei, ei, eu tenho o direito de permanecer calado!
- O direito você tem, o que você não tem é a capacidade."
Liberdade de expressão. Tantos falam sobre ela, tantos clamam por ela, tantos a desejam, tantos a possuem - ou pensam possuir, mas aí já são outros quinhentos. Ela parece sempre o tema a ser discutido. Quer dizer algo e tem medo de ser repreendido? Grite a plenos pulmões: "liberdade de expressão!" e seja feliz. Tem medo de magoar alguém com uma opinião? Dê os ombros e diga "liberdade de expressão, que posso fazer?". Tiro e queda.
Muito bonito, muito bonito. Mas acho que há algo tão importante quanto a tal liberdade: o direito de ficar calado - que em alguns casos pode ser convertido em dever. Direito que nos é dado e que muitos fazem que nem o possuem.
Vivemos em meio a um mundo de opiniões, das mais variadas possíveis e sobre os mais variados assuntos. E parece que é uma necessidade emitir opinião sobre tudo. Digo, possuir opinião todos possuem, mesmo que não queiram. Externá-la é outra coisa. Não sei, às vezes sinto que há pessoas que vivem para mostrar como opinam sobre tudo. Possuem discursos e mais discursos para mostrar como suas opiniões são válidas, o motivo de as terem, e ainda com direito a umas pequenas "alfinetadas" para os que deles discordam.
Céus, é tão importante assim ter as opiniões estampadas na testa para quem quiser ver?
Argumentar, dialogar, ver as coisas de diferentes pontos de vista, conhecer pareceres diversos, e outras coisas é realmente muito bom. Nada como uma conversa onde diferentes opiniões são mostradas. Mas, tenha santa paciência, ter que expor o que pensa sobre tudo não é necessário.
Falo, por exemplo, sobre quando não temos opiniões, ou quando precisamos pensar um pouco mais sobre elas. Ou sobre quando não sabemos se o efeito de nossas opiniões - o efeito de mostrá-las, digo - será o desejado, e preferimos guardá-las apenas para nós mesmos.
O direito de permanecer calado pode ser interpretado como o clássico "em cima do muro".
Mas aqui deixo claro: falo de tal direito não defendendo-o fervorosamente, porque não ter opiniões sempre é como ser um vegetal. "Vegetais, balancem os galhinhos, por favor". Mas ter que dividir o que se pensa com todos pode se tornar totalmente desnecessário.
Um exemplo, você anda despreocupado pela rua, quando um rapaz - ou moça, tanto faz - lhe interrompe e pergunta animadamente: "O que você acha do atual governo?". Surpreso, você repara que na folha que lhe é entregue há apenas duas opções: 'BOM' e 'RUIM'. Você sorri, finge que tem um compromisso e sai. Mas a pessoa lhe persegue até que você, vencido pelo cansaço, emite sua opinião, mesmo que contra sua vontade.
(Aqui faço um breve comentário: é impressionante como, depois de emitir uma opinião, ela parece ficar escrita em nossas testas, e ai de nós se mudarmos. Parece que um 'sim' ou um 'não' nos define de maneira permanente.)
Bem, o direito de permanecer calado é exatamente isso: algo que faz com que você não diga nada que possa vir a ser usado contra você, futuramente. Seria tão bom se alguns o usassem!
Mas deixa estar, aqui já ficaram opiniões demais. E tenho o direito de permanecer calada, não esqueço.
- O direito você tem, o que você não tem é a capacidade."
Liberdade de expressão. Tantos falam sobre ela, tantos clamam por ela, tantos a desejam, tantos a possuem - ou pensam possuir, mas aí já são outros quinhentos. Ela parece sempre o tema a ser discutido. Quer dizer algo e tem medo de ser repreendido? Grite a plenos pulmões: "liberdade de expressão!" e seja feliz. Tem medo de magoar alguém com uma opinião? Dê os ombros e diga "liberdade de expressão, que posso fazer?". Tiro e queda.
Muito bonito, muito bonito. Mas acho que há algo tão importante quanto a tal liberdade: o direito de ficar calado - que em alguns casos pode ser convertido em dever. Direito que nos é dado e que muitos fazem que nem o possuem.
Vivemos em meio a um mundo de opiniões, das mais variadas possíveis e sobre os mais variados assuntos. E parece que é uma necessidade emitir opinião sobre tudo. Digo, possuir opinião todos possuem, mesmo que não queiram. Externá-la é outra coisa. Não sei, às vezes sinto que há pessoas que vivem para mostrar como opinam sobre tudo. Possuem discursos e mais discursos para mostrar como suas opiniões são válidas, o motivo de as terem, e ainda com direito a umas pequenas "alfinetadas" para os que deles discordam.
Céus, é tão importante assim ter as opiniões estampadas na testa para quem quiser ver?
Argumentar, dialogar, ver as coisas de diferentes pontos de vista, conhecer pareceres diversos, e outras coisas é realmente muito bom. Nada como uma conversa onde diferentes opiniões são mostradas. Mas, tenha santa paciência, ter que expor o que pensa sobre tudo não é necessário.
Falo, por exemplo, sobre quando não temos opiniões, ou quando precisamos pensar um pouco mais sobre elas. Ou sobre quando não sabemos se o efeito de nossas opiniões - o efeito de mostrá-las, digo - será o desejado, e preferimos guardá-las apenas para nós mesmos.
O direito de permanecer calado pode ser interpretado como o clássico "em cima do muro".
Mas aqui deixo claro: falo de tal direito não defendendo-o fervorosamente, porque não ter opiniões sempre é como ser um vegetal. "Vegetais, balancem os galhinhos, por favor". Mas ter que dividir o que se pensa com todos pode se tornar totalmente desnecessário.
Um exemplo, você anda despreocupado pela rua, quando um rapaz - ou moça, tanto faz - lhe interrompe e pergunta animadamente: "O que você acha do atual governo?". Surpreso, você repara que na folha que lhe é entregue há apenas duas opções: 'BOM' e 'RUIM'. Você sorri, finge que tem um compromisso e sai. Mas a pessoa lhe persegue até que você, vencido pelo cansaço, emite sua opinião, mesmo que contra sua vontade.
(Aqui faço um breve comentário: é impressionante como, depois de emitir uma opinião, ela parece ficar escrita em nossas testas, e ai de nós se mudarmos. Parece que um 'sim' ou um 'não' nos define de maneira permanente.)
Bem, o direito de permanecer calado é exatamente isso: algo que faz com que você não diga nada que possa vir a ser usado contra você, futuramente. Seria tão bom se alguns o usassem!
Mas deixa estar, aqui já ficaram opiniões demais. E tenho o direito de permanecer calada, não esqueço.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
História de uma gata
No meu caminhar, encontro-me desperta enquanto todos dormem, ou tentam, pelo menos. Insones somos nós, gatos e poetas. Ao olhar ao redor, deparo-me com cenas comuns, rua vazia, telhado vazio, casas aparentemente vazias, por vezes tão vazias quanto os que as habitam. Mas meu passeio está apenas começando.
O doce vento da madrugada vem acariciar-me o pêlo e fazer cócegas em meu bigode. Se disser que não gosto disso é mentira. Sinto-me amada, recebendo os carinhos de um dono que não possuo.
Engraçado como as coisas mudam sem as pessoas por perto. Elas, sempre tão agitadas e frenéticas, vivendo como em um ciclo. Deve ser chato ser humano. Nascer, crescer, às vezes se reproduzir e, inevitavelmente, morrer. Ah, tantos deles se resumem a isso. Chego a ter dó.
Daqui de cima consigo ver o que eles mesmos não enxergam. Parecem não se importar com o fato de a vida, tão breve, lhes escorrer pelas mãos. E eles insistem em jogar fora o tempo como quem joga fora algo banal como uma latinha de refrigerante. Mal sabem o quanto cada segundo lhes é valioso. Insistem em pensar que nada se perde, e que o mundo é e sempre será infinito. Estragam o quanto podem, sem perceber o mal que aquilo lhes faz.
Sonham tanto, realizam tão pouco. Claro, não me refiro a todos eles. Não se pode julgar o todo apenas pela maior parte (embora ela - por ser maioria - faça com que aspectos da minoria não sejam levados em consideração).
Um rato passa por mim furtivamente. Droga, não consegui pegá-lo. Ah, quantas mais noites insones terei que suportar? As luzes da cidade me trazem aconchego. Gosto de observá-las, sinto como se elas me iluminassem até o mais profundo de mim, elas me trazem paz.
Sinto o início da manhã chegar. Poetas, cronistas, bêbados, trabalhadores, desocupados e afins, gatos, insones do mundo, sintam em seus rostos o leve toque da luz matinal. Creio que seja hora de dormir. Ou tentar, ao menos.
Raios! Eu havia cochilado. Observo o pequeno relógio tiquetaqueando sobre a mesinha de cabeceira: seis horas. E vejo por aqui vestígios daquela gata preta que sempre me visita em busca de restos de comida. Ela veio, hoje.
O doce vento da madrugada vem acariciar-me o pêlo e fazer cócegas em meu bigode. Se disser que não gosto disso é mentira. Sinto-me amada, recebendo os carinhos de um dono que não possuo.
Engraçado como as coisas mudam sem as pessoas por perto. Elas, sempre tão agitadas e frenéticas, vivendo como em um ciclo. Deve ser chato ser humano. Nascer, crescer, às vezes se reproduzir e, inevitavelmente, morrer. Ah, tantos deles se resumem a isso. Chego a ter dó.
Daqui de cima consigo ver o que eles mesmos não enxergam. Parecem não se importar com o fato de a vida, tão breve, lhes escorrer pelas mãos. E eles insistem em jogar fora o tempo como quem joga fora algo banal como uma latinha de refrigerante. Mal sabem o quanto cada segundo lhes é valioso. Insistem em pensar que nada se perde, e que o mundo é e sempre será infinito. Estragam o quanto podem, sem perceber o mal que aquilo lhes faz.
Sonham tanto, realizam tão pouco. Claro, não me refiro a todos eles. Não se pode julgar o todo apenas pela maior parte (embora ela - por ser maioria - faça com que aspectos da minoria não sejam levados em consideração).
Um rato passa por mim furtivamente. Droga, não consegui pegá-lo. Ah, quantas mais noites insones terei que suportar? As luzes da cidade me trazem aconchego. Gosto de observá-las, sinto como se elas me iluminassem até o mais profundo de mim, elas me trazem paz.
Sinto o início da manhã chegar. Poetas, cronistas, bêbados, trabalhadores, desocupados e afins, gatos, insones do mundo, sintam em seus rostos o leve toque da luz matinal. Creio que seja hora de dormir. Ou tentar, ao menos.
Raios! Eu havia cochilado. Observo o pequeno relógio tiquetaqueando sobre a mesinha de cabeceira: seis horas. E vejo por aqui vestígios daquela gata preta que sempre me visita em busca de restos de comida. Ela veio, hoje.
Marcadores:
Quando os sinais se desligam.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
(Sem) rumo.
Porque quando ela caminhava, parecia que o mundo inteiro não passava de mera formalidade. O vento nos cabelos, o sol fazendo seu rosto corar, os pés definindo um rumo que poderia não fazer sentido algum.
Pensamentos soltos borboleteavam por sua mente, e quanto menos complexos, melhor. Ah, como era doce viver.
Pensamentos soltos borboleteavam por sua mente, e quanto menos complexos, melhor. Ah, como era doce viver.
Marcadores:
Quando os sinais se desligam.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Tudo que pode dar errado
Eu estava aqui sem fazer nada, assim, pra variar um pouquinho só. E cá me pego pensando: muitas coisas podem dar errado no dia que eu for fazer minha tão esperada prova de vestibular.
Eu sei, ela é só dia 23 de novembro, mas certas coisas ocupam uma mente desocupada (e isso ocupou a minha, foi inevitável, quando eu vi já estava aqui com todos os possíveis problemas na cabeça).
Primeiro: o despertar. Bom, eu sou bem tranqüila para certas coisas, mas não sei se no dia conseguirei manter a calma. Tenho medo de não acordar na hora certa, me atrasar e perder a prova (já tive até a visão de um portão se fechando nos últimos segundos, enquanto eu, naquela corrida espetacular, fico por alguns milímetros do lado de fora). Tenho um sono muito pesado. Acho que vou colocar todos os despertadores da casa (e comprar alguns mais, só pra garantir) para despertarem umas duas horas antes do necessário, para caso eu caia na tentação dos 'dez minutinhos a mais' eu não perca tanto. Vou armar um dispositivo que vai jogar água em mim. Vou mandar minha mãe gritar, minha irmã gritar, meu pai gritar, meus vizinhos gritarem. Em último caso, vou contratar uma pessoa pra me bater caso eu não queira acordar.
E há também a possibilidade de eu não conseguir dormir e estar muito mal no dia da prova, cochilando por cima da mesma. Não, não, não, isso não!
O café da manhã é outra coisa que me apavora. Até isso? É, até isso. Eu não costumo comer de manhã, a menos em momentos tensos. E esse, com certeza, vai ser um momento tenso. Vai que eu como algo que me faz mal? Visitas freqüentes ao banheiro durante a prova são algo potencialmente problemático. Isso me faz lembrar outra coisa: o jantar da noite anterior. Eu não quero perder a prova por não conseguir deixar o banheiro da minha casa. Nada de estripulias, então!
Mais uma coisa: quem vai me deixar. Bem, já falei com meus pais (sério, falei mesmo) que já escolhi qual dos dois me levará. Foi uma decisão não muito difícil, assumo. Espero que esteja tudo 'nos conformes' no dia com meus escolhido. E com o carro. Vai que o carro quebra antes de sair de casa? Ou pior, quebra no meio do caminho? É para isso que vai servir a minha ida adiantada em, pelo menos, meia hora do que o horário que deveria ser. Não admito falhas.
Chegando lá, superando todas as calçadas, buraços, portões, pessoas, enfim, na hora da prova. E se minha caneta falhar? Bom, claro que levarei mais de uma. Mas e se todas elas falharem? Não sou exagerada, só acho que se algo pode dar errado, temos que considerar essa possibilidade. Sem contar as lapiseiras que insistem em me odiar e quebrar nos piores momentos. E os lápis sempre me abandonam. As borrachas saltam das minhas mãos. Não consigo fazer nada sem uma garrafa com água, e tenho medo de molhar minha prova, visto que sou muito desastrada. Ai, céus, eu não achava que fosse tão complicado.
Acordar, comer, ir até lá, chegar, me acalmar, levar vinte canetas, quinze lapiseiras, sete lápis e três borrachas. Ah, e quatro garrafas com água (mas sem derramar, por favor!).
É melhor eu ir fazendo a listinha pra não esquecer de nada...
Eu sei, ela é só dia 23 de novembro, mas certas coisas ocupam uma mente desocupada (e isso ocupou a minha, foi inevitável, quando eu vi já estava aqui com todos os possíveis problemas na cabeça).
Primeiro: o despertar. Bom, eu sou bem tranqüila para certas coisas, mas não sei se no dia conseguirei manter a calma. Tenho medo de não acordar na hora certa, me atrasar e perder a prova (já tive até a visão de um portão se fechando nos últimos segundos, enquanto eu, naquela corrida espetacular, fico por alguns milímetros do lado de fora). Tenho um sono muito pesado. Acho que vou colocar todos os despertadores da casa (e comprar alguns mais, só pra garantir) para despertarem umas duas horas antes do necessário, para caso eu caia na tentação dos 'dez minutinhos a mais' eu não perca tanto. Vou armar um dispositivo que vai jogar água em mim. Vou mandar minha mãe gritar, minha irmã gritar, meu pai gritar, meus vizinhos gritarem. Em último caso, vou contratar uma pessoa pra me bater caso eu não queira acordar.
E há também a possibilidade de eu não conseguir dormir e estar muito mal no dia da prova, cochilando por cima da mesma. Não, não, não, isso não!
O café da manhã é outra coisa que me apavora. Até isso? É, até isso. Eu não costumo comer de manhã, a menos em momentos tensos. E esse, com certeza, vai ser um momento tenso. Vai que eu como algo que me faz mal? Visitas freqüentes ao banheiro durante a prova são algo potencialmente problemático. Isso me faz lembrar outra coisa: o jantar da noite anterior. Eu não quero perder a prova por não conseguir deixar o banheiro da minha casa. Nada de estripulias, então!
Mais uma coisa: quem vai me deixar. Bem, já falei com meus pais (sério, falei mesmo) que já escolhi qual dos dois me levará. Foi uma decisão não muito difícil, assumo. Espero que esteja tudo 'nos conformes' no dia com meus escolhido. E com o carro. Vai que o carro quebra antes de sair de casa? Ou pior, quebra no meio do caminho? É para isso que vai servir a minha ida adiantada em, pelo menos, meia hora do que o horário que deveria ser. Não admito falhas.
Chegando lá, superando todas as calçadas, buraços, portões, pessoas, enfim, na hora da prova. E se minha caneta falhar? Bom, claro que levarei mais de uma. Mas e se todas elas falharem? Não sou exagerada, só acho que se algo pode dar errado, temos que considerar essa possibilidade. Sem contar as lapiseiras que insistem em me odiar e quebrar nos piores momentos. E os lápis sempre me abandonam. As borrachas saltam das minhas mãos. Não consigo fazer nada sem uma garrafa com água, e tenho medo de molhar minha prova, visto que sou muito desastrada. Ai, céus, eu não achava que fosse tão complicado.
Acordar, comer, ir até lá, chegar, me acalmar, levar vinte canetas, quinze lapiseiras, sete lápis e três borrachas. Ah, e quatro garrafas com água (mas sem derramar, por favor!).
É melhor eu ir fazendo a listinha pra não esquecer de nada...
Marcadores:
Pensando com meus botões.
Assinar:
Postagens (Atom)
